Uma pesquisa do Instituto Qualisa de Gestão (IQG) revelou que fatores como estresse, tabagismo e falta de cuidados com a saúde afetam diretamente a produtividade no trabalho, mesmo quando os colaboradores não faltam nem se atrasam. O estudo analisou o impacto do absenteísmo e do presenteísmo nas empresas, mostrando como essas questões podem diminuir a eficiência no dia a dia corporativo.
A pesquisa apontou que, além do estresse e do tabagismo, o consumo excessivo de álcool em situações ocasionais (binge drinking), a presença de dor e até a falta de uso de protetor solar são fatores que contribuem para a queda na produtividade. Por exemplo, 33,5% dos entrevistados relataram que sentir dor impacta negativamente seu desempenho, enquanto 20,5% apontaram a falta de protetor solar como um fator relevante.
Mara Machado, CEO e sócia-fundadora do IQG, explicou que essas análises permitem que as empresas identifiquem as causas da perda de produtividade e adotem estratégias para melhorar a saúde e o bem-estar dos colaboradores, consequentemente aumentando a eficiência geral.
Em uma análise recente de uma empresa de facilities com 2.684 colaboradores, foi identificado que a média de capacidade produtiva estava em 81,1%. Esse resultado foi obtido considerando índices de absenteísmo (ausências por faltas ou atrasos) e presenteísmo (presença no trabalho sem desempenhar as funções de maneira satisfatória). Os questionários aplicados aos colaboradores foram essenciais para identificar esses fatores e mensurar o impacto no ambiente de trabalho.








