José Luiz Datena (PSDB) decidiu mover uma ação judicial contra Pablo Marçal (PRTB) após um episódio polêmico durante um debate na TV Cultura. Durante o evento, Marçal mencionou uma antiga acusação de assédio sexual contra Datena, insinuando que ele teria pago uma repórter para silenciar sobre o caso. A equipe de advogados de Datena, liderada por Roberto Podval, criticou fortemente a atitude de Marçal, classificando a estratégia como inaceitável no contexto de uma campanha eleitoral.
O incidente escalou quando Datena, irritado com as insinuações, agrediu Marçal fisicamente, o que levou à sua expulsão do debate. Marçal precisou de atendimento médico devido ao ataque, e posteriormente apareceu com o braço imobilizado em um novo debate, onde acusou Datena de tentativa de homicídio e criticou o comportamento do candidato, comparando-o ao de um “orangotango”.
Datena, por outro lado, refuta as alegações de assédio sexual, afirmando que as acusações, feitas originalmente em 2019, foram arquivadas por ultrapassarem o prazo legal e, posteriormente, desmentidas pela própria denunciante. Ele também reiterou seu compromisso em proteger a honra de sua família e classificou a postura de Marçal como uma tentativa de caluniá-lo para benefício eleitoral.
Marçal, por sua vez, declarou sua intenção de recorrer à Justiça para contestar a candidatura de Datena, usando a agressão no debate como base para sua ação.
Esses acontecimentos acirraram a disputa eleitoral, trazendo ainda mais tensão para a corrida política entre os dois candidatos.








